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O poeta na sua sensibilidade
Com talento e um lápis na mão
Descreve do homem o Hades
Como se fosse uma linda canção.
Os temores do peito percebe
E sente com profundidade,
E o seu texto então recebe
Até o ruim com afinidade.
Pois poeta tem muitos sensores
Pro bem ou pro mal dos amores
Sendo assim é tristeza ou alegria
Escreve de tudo com simpatia.
E a mais cruel das histórias
Arranca de sua memória
E uma vez que ele a põe no papel
Faz quem a lê se sentir no céu.

Lívia Pâmela De La Rosa 
Cansada de me entregar juízo de valor precipitado ao meu respeito. 

Reservei os últimos dias para deixar minha consciência desenvolver sua tese. Quero argumentos válidos, bem fundamentados e defendidos com convicção. Nada de achismos e conversas curtas. Quero saber as fontes do conhecimento construído. Quero as imagens que comprovam os fatos, sejam eles felizes ou não. 

Ah! Não quero uma apresentação plagiada de algum outro livro. Quero originalidade e criatividade. E o autor da tese deverá estar mais do que envolvido, deverá estar comprometido. 

Definidas as regras, pergunto ao autor: "Me fiz clara?". Então respondo a quem pergunta: "Sim. Podemos começar."

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Ah, como brilha a Lua!
Ah, que noite mais bonita!
Pudera eu ser tua
agora...
sem esperar...
Vou seguindo noite a fora
Com essa Lua infinita
Acho que logo vou embora...
Embora sonhar.
Tua boca me espera,
O teu corpo me chama.
Eu iria agora pro teu leito
Pra esse amor que nos inflama
E depois uma quimera
Amor do nosso jeito...

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